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O PREÇO DO AMANHÃ

Ou corremos agora ou correremos depois

por Adm. Márcio Borba — publicado 01/07/2015 10h00, última modificação 19/04/2016 12h28 Adm. Márcio Borba

Por Márcio Borba

 

Tenho alguns Hobbies e um deles é assistir filmes, principalmente quando a história deles pode ser associada ao mundo ao real. Assisti a um filme que me chamou bastante atenção O Preço do Amanhã, em que a história baseia-se num lugar que não existe dinheiro.

Pois, a moeda é o tempo, medido por um relógio magnético implantado sob a pele, no antebraço de cada pessoa. Com esse dispositivo, as pessoas trocavam o crédito de tempo de que dispunham no cartão por comida e outras coisas necessárias para a sobrevivência.

No entanto, as pessoas buscavam ser bastante cautelosas, para que o seu tempo não acabasse, ou do contrário morreriam. E o mais intrigante é que, o tempo das pessoas, ou seja, o relógio implantado em seus antebraços, só começava a funcionar quando as mesmas completavam 25 anos. É assustador ver centenas de milhares de pessoas no filme, trabalhando simplesmente em troca de mais um dia ou horas de vida. Mais assustador ainda, é ver que no caso de alguns jovens, ainda assim não valorizavam o pouco e precioso tempo que lhes era dado.

No mundo de hoje, talvez esse cenário seja parecido ao daqueles jovens que se satisfazem apenas com o conseguem, para pagar suas contas pessoais, lazer ou ainda há quem ganhe pelo trabalho de hoje e gaste tudo no mesmo dia, tendo de repetir consequentemente à mesma rotina para bancar as despesas de mais um dia de sobrevivência.
Todos eles aprisionados numa falsa crença do “se Deus quis assim...”. Na nossa realidade, como no filme, estamos condenados a uma vida de inferioridade, mediocridade, presos a uma rotina de um salário baixo e uma pobreza que acompanham gerações.

Para liberta-se da prisão da mediocridade, onde o carcereiro é o conformismo, deve-se buscar administra-se o tempo, buscar referências de pessoas de sucesso, ou seja, canalizar suas energias para encontrar personagens da vida real que estão conseguindo ter resultados melhores que os seus. Aprendi uma frase em uma palestra, que é a mais pura verdade: “Para se ter sucesso, junte-se com dois tipos de pessoas, as que já estão lá e as que estão indo para lá.” Não me entenda mal. Eu mesmo assisto TV, Gosto de navegar na internet, mídias sociais, mas devemos dominar essas coisas e não ser dominados por elas. Esses tipos de distrações, se usados desmedidamente, tornam-se alguns dos maiores inimigos da maximização do potencial.

Existem recompensas maravilhosas quando investimos em nosso progresso. Você pode ter mais estabilidade profissional gerando um ambiente mais seguro para você, sua família e consequentemente menos tensão emocional. É muito mais compensador os frutos que o progresso pode trazer em nossa vida do que as migalhas de prazer que o lazer de baixa qualidade pode nos proporcionar.

A partir de hoje, comece a repensar como você administrador tem administrado o seu tempo e sugiro que diminua gradativamente o tempo gasto com as distrações de baixa qualidade, transferindo-o para aquilo que realmente vale apena na vida.

Já diz August Cury em um de seus best-sellers, Seja Líder de Si Mesmo: “Como podemos administrar o mundo de fora, senão conseguimos administrar o mundo de dentro”

Desejo sucesso a todos na trilha rumo ao topo.
 
Márcio Borba*
 
 
Márcio Borba é Administrador, especialista em Marketing, Mestrando em Ciências da Educação.
Foi micro empresário no ramo de Supermercado, se especializou em Coaching de Negócios, onde além de ser Instrutor e Consultor do Senac/Sebrae PE, é fundador da Inovando Consultoria e Diretor de Novos Negócios do Instituto Positive Virus, que hoje representa a ABRACOACHING (Academia Brasileira de Coaching) aqui no Nordeste. 

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