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Registro para profissionais de Nível Médio é celebrado

por Mariana Borges publicado 20/07/2018 13h05, última modificação 29/10/2018 13h04
Em 14 de junho completou-se 01 ano da publicação da Resolução Normativa CFA nº 511

Em 14 de junho completou-se 01 ano da publicação da Resolução Normativa CFA nº 511 que dispõe sobre o registro de profissionais egressos de cursos de educação profissional técnica de nível médio conexos à Administração, no Sistema Conselhos Federal e Regionais de Administração (CFA/CRAs).

O CRA-PE, que registra profissionais de nível médio técnico desde 2017, recebeu em 2018 um total de 36 novos inscritos para a área, que passaram a estar legalmente habilitados para desempenhar atividades da Administração, restritas à área de formação, portando a Carteira de Identidade Profissional de Técnico em Administração de cor verde, que possui validade como Carteira de Identidade Civil em todo território nacional, e que atesta a aptidão e legalidade da atuação na área administrativa.

A comprovação de registro já é uma realidade em muitos processos seletivos, e no caso de Pernambuco uma das maiores demandas deu-se por conta do concursos público para as Forças Armadas, à exemplo do edital de seleção para Aeronáutica, que exigiu para os cargos de Auxiliar Administrativo a comprovação da inscrição do profissional no órgão da classe.

Para o presidente do CRA-PE, Adm. Fred Mocock, o registro de profissionais de nível técnico (médio) permite que a Autarquia amplie o campo de fiscalização da profissão, e garanta aos profissionais um maior respaldo na comprovação de sua excelência perante o mercado de trabalho.

Em declaração para o portal de notícias do Conselho Federal de Administração, o líder da Autarquia, Adm. Wagner Siqueira, declarou que a aprovação do registro promoveu mais fiscalização e ética, e lembra que “as organizações justificavam, em sua defesa, que o exercício de uma determinada função – apesar do exercitante ser de nível superior – é de nível médio. Como não se registrava o nível médio, a fiscalização não podia ser feita. Agora, pode-se saber se a empresa ou instituição está fazendo exercício da atividade profissional ao arrepio da lei.”

O conselheiro federal por Pernambuco, Adm. Joel Cavalcanti Costa, lembra que a proposta é fruto de um debate que acontece há anos, sendo as primeiras tentativas de aprovar a medida já na época de Belmiro Siqueira, patrono da Administração, há 52 anos.

O processo para registro permanece similar ao empregado para bacharéis e tecnólogos, onde o interessado deve entrar em contato com Conselho Regional de Administração de seu Estado e apresentar a documentação exigida. No Conselho Regional de Administração de Pernambuco (CRA-PE), o processo de registro é rápido e seguro, e o profissional poderá sair, até no mesmo dia, de posse de sua nova Carteira de Identidade Profissional (CIP) e ciente dos direitos e deveres de uma profissão regulamentada.

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