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NOTA DE REPÚDIO

por Adm. SEBASTIÃO LUIZ DE MELLO — publicado 24/05/2016 12h55, última modificação 12/08/2016 10h30
Brasília/DF, 24 de maio de 2016.
O Presidente do Conselho Federal de Administração, em nome do Plenário da autarquia e dos 400.000 (quatrocentos mil) registrados no Sistema CFA/CRAs, vem por meio desta nota, formalizar veemente repúdio ao teor do e-mail enviado no dia 18/05/2016 por Marlon Souza (souzamarlom9@hotmail.com) a membros e ex-membros do Plenário do Conselho.

No e-mail, intitulado “Prestação de contas CFA”, o remetente relata supostas irregularidades atribuídas, especificamente, aos administradores Sebastião Luiz de Mello, Sergio Pereira Lobo e Armando Lobo Pereira Gomes, Presidente, Vice-Presidente e o Diretor Financeiro da autarquia, respectivamente.

Para tanto, faz insinuações nitidamente difamatórias contra os referidos diretores do Conselho Federal, totalmente desconexas com a verdade, com a clara intenção de denegrir a imagem não apenas dos dirigentes, mas também da própria autarquia.
Se determinadas decisões do Plenário do CFA incomodam a quem desrespeita a lei e os princípios da moralidade, legalidade e transparência, não é o Conselho Federal o causador de eventual desconforto, mas sim os próprios atos dos que não observam os princípios anteriormente citados.

Assim, em nome da justiça, transparência e verdade, o CFA está adotando providências – inclusive na esfera policial – no sentido de que o autor da mensagem difamatória seja identificado e responda, nas instâncias cabíveis, pelos atos praticados contra os dirigentes do CFA e demais membros do Plenário da autarquia.

Pelo momento democrático e de transparência que vive o sistema CFA/CRAs, qualquer registrado pode, a qualquer tempo, solicitar as informações que desejar obter da entidade, respaldado na ética e nos princípios da boa convivência.

Aliás, o CFA está ultimando preparativos para licitar um sistema integrado de gestão no sentido de ampliarmos ainda mais as informações disponíveis no portal da transparência da entidade, hoje espelhada no sitio do CFA, de forma que não paire dúvida sobre os atos dos dirigentes do Sistema CFA/CRAs.

Vale dizer, a declaração de bens e rendas apresentada anualmente pelos conselheiros do CFA, consoante ao que preconiza a Lei, é documento hábil à comprovação da verdade dos fatos.

Finalmente, esclarecemos que o presente pronunciamento está amparado por decisão do Plenário, de 20/05/2016, na qual ficou consignado que não será admitido qualquer ato atentatório à dignidade e à liberdade de expressão dos membros do Plenário do CFA.

Brasília/DF, 24 de maio de 2016.

 

                                   Adm. SEBASTIÃO LUIZ DE MELLO
                                             Presidente do CFA
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